Jair, que se diz messias, teima em atacar a Suprema Corte e o TSE.

A tensão do Judiciário com as Forças Armadas surgiu após acusações de que os militares estão sendo orientados a desacreditar o processo eleitoral do Brasil - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Fachin: alvo fácil no entendimento dos estrategistas de Jair.

O registro é de Diogo Escosteguy, em O Bastidor:

Sob reserva, Jair Bolsonaro e seus conselheiros mais próximos dizem acreditar que o ministro Edson Fachin, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, é um alvo “fácil e útil”, segundo um deles, em face da estratégia do presidente de tentar queimar a corte e pôr em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas.

O objetivo primário de Bolsonaro é enfraquecer o que ele e seu grupo qualificam de “ala petista” do Judiciário. Para a campanha bolsonarista, é útil ter inimigos (ministros como Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes) e fundamental mantê-los acuados, na defensiva. É assim, raciocinam os estrategistas do Planalto, que eles cometerão erros táticos – que, por sua vez, poderão ser explorados pelos bolsonaristas. Pensam ser essencial que os ministros permaneçam na “arena política”, também na definição de um deles.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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