Ciclone denominado Yakecan chega ao Rio Grande do Sul nesta terça.

Ciclone deve atingir o Sul do país

Um ciclone subtropical deverá atingir o Sul do Brasil a partir da noite desta terça-feira. A previsão é de que o fenômeno, batizado de Yakecan, chegue primeiro à costa do Rio Grande do Sul, passando, depois, por Santa Catarina e Paraná, além do sul do estado de São Paulo.

As rajadas de vento podem chegar a 100 quilômetros por hora e evoluir ao longo desta terça-feira (17), segundo explicou o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Miguel Ivan, durante coletiva de imprensa nesta segunda.

“Ele começou na noite de ontem [segunda], no Rio Grande do Sul, fica mais intenso na madrugada desta terça e depois se desloca pro mar. A subida vai acontecer, mas é provável que se restrinja ao alto. Mas isso não deve impactar a vida das pessoas. Se os ventos aumentarem, ele pode seguir para costa e impactar a vida das pessoas a partir de três ou quatro dias”, disse.

Ivan informou que o Inmet vai emitir, a cada 12 horas, um boletim sobre os riscos gerados durante a passagem do ciclone.

Em Brasília, altitude de 1.000 metros, a previsão da mínima nas noites de quinta e sexta é de 4ºC, um recorde de muitos anos. Segundo a meteorologista Andrea Ramos, o dia mais frio da história na capital foi 18 de julho de 1975, quando o DF registrou 1,6°C.

Neste mesmo dia, aconteceu a histórica “geada negra” no Paraná, que acabou com os cafezais do Estado e mudou a geografia da cultura para sempre. A geada negra se manifesta em temperaturas de até 10 graus negativos.

ESPECIAL - 35 ANOS DA GEADA DE 1975 - Entenda o que foi a Geada Negra que  dizimou todas as plantações de café do Paraná · Revista Cafeicultura

A geada negra de 1975.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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