“Não é o Estado que fiscaliza a imprensa, é a imprensa que fiscaliza o Estado”. Carlos Ayres Britto
Os caminhões vão parar, diz líder da categoria
Há quatro anos o Brasil viveu sua maior paralisação de caminhoneiros. As manifestações duraram dez dias e ocorreram devido ao aumento do preço do óleo diesel. Na semana passada, o preço do diesel registrou recorde, com preço médio de R$ 6,94 o litro nos postos de combustíveis, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). É o maior valor em 18 anos.
Em Luís Eduardo Magalhães o diesel S-10 já é encontrado a R$7,80 o litro.
Em 2018, a alta do combustível estava associada ao aumento do dólar e do petróleo no mercado internacional. Este ano, o cenário econômico se agrava com a pandemia de Covid-19 e a guerra na Ucrânia.
“Presidente [Jair Bolsonaro], nós estamos preocupados com a nossa categoria, com a classe econômica do país, mas desse jeito não dá. Ou o senhor chama a responsabilidade, chama o conselho administrativo da Petrobras, chama o Ministério da Economia, quem o senhor quiser. Porque senão esse país vai parar novamente. A categoria já está parando por não ter condições de rodar. A classe pobre não tem condições de comer, chame a responsabilidade senão esse país vai estar parado e a responsabilidade é sua”, afirma Chorão Caminhoneiro, presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), em vídeo no Facebook.
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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