Instituição disse que assistiu com “indignação” às cenas do assassinato demonstrando que desconhecia as imagens e prometeu mudanças no processo e preparação dos policiais.
Após boletim surreal em que a PRF (Polícia Rodoviária Federal) afirmou que a morte de Genivaldo ocorreu “possivelmente devido a um mal súbito“ e que foi “fatalidade desvinculada” da ação de dois de seus agentes em Sergipe, dando a entender que a ‘câmara de gás’ foi “ação policial legítima”, agora a instituição se diz “indignada”.
O coordenador-geral de Comunicação Institucional, Marco Territo, demonstrou que a instituição policial ostensiva não tinha conhecimento das imagens que chocaram o mundo e disse, em vídeo produzido pela PFR, que a “conduta isolada não reflete o comportamento dos mais de 12 mil policiais rodoviários federais”.
O senador Humberto Costa (PT-PE) – presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, afirmou quinta-feira (26/5) que uma “apuração rigorosa” será feita, pois “a violência policial, em nenhuma circunstância, é positiva para a sociedade ou para os profissionais e corporações da segurança pública. Por isso mesmo, deve ser repudiada e duramente combatida”.
Do Urbs Magna.

