A privatização da Refinaria Landulpho Alves, no atual governo, fez com que a Bahia mantenha o recorde de preços no País. A notícia fica pior quando se sabe que o imenso patrimônio da Refinaria foi vendido a preço vil, a metade do valor real segundo economistas, para um obscuro fundo dos Emirados Árabes, Mubadala.
Ontem um partidário do Governo propagava notícia falsa de que a gasolina estaria aumentando na Bahia porque o Governador aumentava constantemente o percentual do ICMS, reduzido para 17% por força de lei.
A redução do ICMS sobre combustíveis tem causado problemas de aporte financeiros nos municípios, pela redução no Fundo de Participação.
De 9 a 15 de outubro, o preço médio do litro do combustível em Salvador foi de R$ 5,56, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis divulgados na segunda-feira (17) Macapá (AP) tem o menor preço médio, de R$ 4,48.
A cidade de Salvador (BA) tem a gasolina comum mais cara entre as capitais do Brasil. De 9 a 15 de outubro, o preço médio do litro do combustível foi de R$ 5,56, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgados na segunda-feira (17).
Macapá (AP) tem o menor preço médio, de R$ 4,48, mesmo estando a 3.000 km de distância da refinaria de Manaus.
Na cidade de São Paulo, o valor médio da gasolina foi de R$ 4,72. Em uma semana, o preço médio do litro da gasolina em Salvador subiu R$ 0,52, (+10,3%). O menor valor encontrado foi R$ 5,44, e o mais alto, R$ 5,59.
A alta em Salvador é muito maior do que a média do Brasil (1,5% no mesmo período, entre 9 e 15/10). Esta é a primeira vez depois de 15 semanas (quase 4 meses) que a gasolina comum voltou a ficar mais cara em todo o país.
O litro do combustível no Brasil foi vendido, em média, a R$ 4,86 nas bombas contra R$ 4,79 na primeira semana deste mês.

