“Festa da Selma” era o nome em código da baderna em Brasília organizada em um grupo no Telegram que indicava 43 cidades em que era possível embarcar em um ônibus para a capital do país.
O convite para a tal “festa” recomendava não levar idosos e crianças e se preparar para enfrentar a polícia. Integrantes do grupo falavam em “guerra” e em ocupar o Congresso e derrubar o governo.
O risco de novas invasões e bloqueios de vias hoje, organizados via Telegram, levou o governo a pedir ao STF medidas que incluem a restrição a manifestações e a prisão em flagrante de participantes de ações golpistas.

