Preso em operação que atingiu Bolsonaro diz saber quem mandou matar Marielle.

Ailton Barros foi preso na operação que mira um esquema de falsificação de cartões de vacina contra Covid. Bolsonaro foi alvo da mesma ação nesta manhã.

Um dos presos nesta quarta-feira (3) pela Polícia Federal na Operação Venire, Ailton Barros afirma saber quem foi o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol), morta em 2018. Barros foi preso na operação que mira um grupo criminoso responsável por falsificar dados de vacinação contra a Covid-19.

A mesma operação atingiu Jair Bolsonaro (PL), alvo de buscas e apreensões, seus auxiliares e o ex-vereador Marcelo Siciliano, citado durante as investigações da execução de Marielle como um dos mandantes do crime.

De acordo com o Metrópoles, mensagens reveladas pela Polícia Federal mostram Ailton Barros – que foi candidato a deputado estadual do Rio de Janeiro em 2022 pelo PL – afirmando conhecer o mandante da morte de Marielle.

Durante a campanha eleitoral no ano passado, Barros se apresentava como o “01 do Bolsonaro”. Ele foi eleito suplente e tem diversas fotos em rede social ao lado do ex-mandatário. Barros foi oficial da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), mas seguia carreira civil nos últimos anos. Em 2020, foi candidato a vereador pelo PRTB. Em março de 2022, foi exonerado de um cargo de assessor que ocupava na Casa Civil do governo do Rio de Janeiro.

Do Metrópoles e Brasil 247.

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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