
Encerrada no sábado (10), a 17ª edição da Bahia Farm Show contabilizou um total de R$ 8,249 bilhões em negócios fechados e a visita de 100.262 pessoas durante os cinco dias da feira agrícola. Empresas dos setores de armazenamento e estoque de grãos, irrigação, energia solar e insumos impulsionaram as vendas. A queda acentuada do preço global das commodities motivou maior investimento em setores que buscam proteger o produto da oscilação do mercado e garantir maior sustentabilidade ao negócio.
O aporte de R$ 2 bilhões de crédito em linha atrelada ao dólar, lançada pouco antes da Bahia Farm Show, e o número inédito de 412 expositores, ante os 360 da última edição, possibilitou que a feira atingisse um volume recorde de negócios, superando os R$ 7,9 bi do ano passado.
Apesar da cautela em investir de forma mais robusta, em função da queda dos preços no mercado agrícola, o presidente da Bahia Farm Show, Odacil Ranzi, acredita que o produtor rural é acima de tudo um obstinado, ao continuar acreditando na terra e no seu negócio, independente de quaisquer fatores externos, sejam econômicos ou políticos.
“Mais uma vez os agricultores prestigiaram a Bahia Farm. As empresas puderam apresentar o que há de melhor em tecnologia para as próximas safras, com o objetivo de tornar as lavouras ainda mais produtivas e sustentáveis. O agricultor agiu com estratégia, diante da conjuntura, investindo em equipamentos de armazenamento, irrigação e em tecnologia de insumos para plantar com foco em produtividade e maior ganho de rendimento. Ficamos extremamente felizes em conseguir proporcionar em um só lugar as condições para que o agricultor tome a melhor decisão fomentando o desenvolvimento do seu negócio e de todo o setor produtivo”, afirma.


