Número de mortos após ciclone no RS sobe para 16.

A linda casa de uma professora de Osório, na encosta de um morro de Maquiné, virou um monte de escombros. Pereceram a professora, a mãe e o marido.

Mais de 1,5 mil pessoas estão desabrigadas, segundo a Defesa Civil

O número de mortes provocadas pela passagem de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul subiu para 16. De acordo com a Defesa Civil do estado, o último óbito foi confirmado no município de Gravataí, depois que o corpo de um homem foi encontrado em uma área alagada. Há ainda uma pessoa desaparecia na cidade de Caraá.

O último balanço da entidade aponta 1.538 pessoas desabrigadas e 13.824 desalojadas, sendo 6,5 mil apenas no município de Taquara. Os números foram atualizados pelas coordenadorias municipais.

Ciclone no RS: sobe para 16 o número de mortos | Rio Grande do Sul | G1

Doações

O Comando Militar do Sul informou, pelas redes sociais, que o 3º Batalhão de Comunicações de Porto Alegre trabalha na triagem de cestas básicas e agasalhos, na Central de Doações da Defesa Civil do Rio Grande do Sul. Até o momento, foram carregadas 1,5 mil cestas básicas e 213 sacolas de agasalhos, cobertas e calçados.

Imagem aérea de Montenegro, no RS, após ser atingida por ciclone extratropical — Foto: Filipe Serena/DivulgaçãoCidade de Montenegro, quase toda inundada. Foto de Felipe Serena, G1

Ciclone

O ciclone extratropical é um sistema de baixa pressão atmosférica que surge fora dos trópicos. É associado às frentes frias e encontrado nas médias e altas latitudes. O ciclone que atingiu o Sul do país, associado a uma frente fria, formou-se no Oceano Atlântico no decorrer da semana passada. A área de baixa pressão nos médios e altos níveis da atmosfera potencializou a formação do ciclone em terra, transportando a umidade do oceano para o continente.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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