A CGU apontou inconsistências contábeis no balanço da instituição no 1ª ano da gestão do candidato derrotado em 2022, Jair Bolsonaro, e agora aliados do Presidente Lula avaliam usar processo para forçar saída
“Aliados do presidente Lula no Congresso avaliam usar um processo contra o Banco Central no TCU (Tribunal de Contas da União) para forçar a saída de Roberto Campos Neto, presidente da autarquia, caso ele continue resistindo à redução da taxa básica (Selic)“, informa o jornalista Diego Felix, da coluna ‘Painel S.A‘, da ‘Folha de S. Paulo‘.
Isso porque o TCU (Tribunal de Contas da União) apura supostas inconsistências contábeis de R$ 1 trilhão, apontadas pela CGU (Controladoria-Geral da União), no balanço de 2019 no BC, durante o primeiro ano do governo Jair Bolsonaro (PL).
“Tais demonstrativos não refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial, o resultado financeiro e os fluxos de caixa do BC“, concluem auditores.
Segundo parlamentares envolvidos nessas discussões, há uma estratégia com alguns assessores do presidente Lula para obter a condenação do BC e de Campos Neto pelo plenário do TCU, dando combustível para que o Senado abra processo de cassação de seu mandato.
O presidente Lula e diversos integrantes do governo vêm fazendo duras críticas ao chefe do BC por manter a Selic em 13,75% ao ano. Mesmo com uma inflação em queda, Campos Neto não cede à pressão do governo.
Do Urbs Magna.

