A longa cadeia de mortes do caso Marielle. É a chamada queima de arquivo em série.

Porteiro do condomínio de Bolsonaro teve a alma arrancada do corpo

Casas a R$ 4 mi, "mordaça" e preso na Lava Jato: o condomínio de Bolsonaro  - 31/10/2019 - UOL Notícias

Em 2018, um mês depois da execução de Marielle Franco, Lucas Silva, o Todynho, foi morto a tiros em Bangu.

O ex-policial Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, em 2020, na Bahia, em operação jamais detalhada de forças especiais da Polícia baiana e policiais civis do Rio de Janeiro.

O braço-direito de Adriano, Luiz Carlos Martins, o Orelha, morreu em 2021, em Realengo.

Outro ex-policial, Edmilson de Oliveira, o Macalé, também em 2021 e também em Bangu.

E Helio Ferreira, o Senhor das Armas, este ano, no Anil. Todos eram homens que sabiam demais.

Ainda temos que saber o destino do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, onde o atirador que matou Marielle morava. A 20 metros da casa do Ex-Presidente. E com uma longa lista de ligações entre vizinhos. O Porteiro desapareceu depois de uma entrevista com o então ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Confirmada a autoria de Ronnie Lessa no assassinato de Marielle Franco, tem-se que a vida do delator está valendo muito pouco, apesar de sua transferência para um presídio federal em  Brasília.

Com Folha e Ricardo Noblat

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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