
Em 2018, um mês depois da execução de Marielle Franco, Lucas Silva, o Todynho, foi morto a tiros em Bangu.
O ex-policial Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, em 2020, na Bahia, em operação jamais detalhada de forças especiais da Polícia baiana e policiais civis do Rio de Janeiro.
O braço-direito de Adriano, Luiz Carlos Martins, o Orelha, morreu em 2021, em Realengo.
Outro ex-policial, Edmilson de Oliveira, o Macalé, também em 2021 e também em Bangu.
E Helio Ferreira, o Senhor das Armas, este ano, no Anil. Todos eram homens que sabiam demais.
Ainda temos que saber o destino do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, onde o atirador que matou Marielle morava. A 20 metros da casa do Ex-Presidente. E com uma longa lista de ligações entre vizinhos. O Porteiro desapareceu depois de uma entrevista com o então ministro da Justiça, Sérgio Moro.
Confirmada a autoria de Ronnie Lessa no assassinato de Marielle Franco, tem-se que a vida do delator está valendo muito pouco, apesar de sua transferência para um presídio federal em Brasília.
Com Folha e Ricardo Noblat

