Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita, e Jair Bolsonaro em 2019.
Nós, que moramos na Bahia, soubemos a razão. E todos os dias pagamentos entre R$1,30 e R$1,60 a mais por litro de gasolina. Nós financiamos as joias e o grosso do propinoduto árabe que irrigam os cofres de Bolsonaro e da gang palaciana que vampirizou o País durante quatro anos.
A Polícia Federal vai investigar por que as comitivas do ex-presidente Jair Bolsonaro receberam tantos presentes da Arábia Saudita. A “Operação Lucas 12:2” foi deflagrada nesta sexta (11) e teve como alvos o advogado Frederick Wassef, o general Mauro Lourena Cid e o ex-assessor Osmar Crivelatti, mas a corporação quer prosseguir com as investigações. A informação é do Blog da Andréia Sadi no g1.
A ação de hoje não alcançou Bolsonaro diretamente, mas a expectativa é que as apurações sobre o ex-presidente se intensifiquem nas próximas etapas.
Um dos pontos centrais do inquérito é esclarecer o motivo de a Arábia Saudita e outros países do Oriente Médio terem dado tantos relógios, joias, esculturas e até armas de fogo em visitas oficiais ao Catar e aos Emirados Árabes. Uma fonte da PF ainda aponta que marcas como Chopard e Rolex não são típicas do país.
O inquérito encontrou um dos kits recebidos pelo ex-presidente em um site de leilões online. Também foi descoberto que dois relógios foram transportados em avião oficial e vendidos nos Estados Unidos.
Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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