Médica famosa por fake news sobre vacinas contra Covid-19 perde registro profissional nos EUA.

A médica norte-americana Sherri Tenpenny, que espalhou mentiras e teorias da conspiração sobre as vacinas contra a Covid-19, perdeu a licença profissional após uma decisão do Conselho Médico do Estado de Ohio.

De acordo com um porta-voz do Conselho, a medida ocorreu após Tenpenny não cooperar com a investigação que estava sendo conduzida sobre seus comentários públicos relacionados às doses contra o vírus. A médica também recebeu uma multa de R$ 14,7 mil. Ela pode apelar da decisão.

Em junho de 2021, a profissional ganhou notoriedade ao defender um projeto de lei que proibiria qualquer empresa ou escola de Ohio de exigir vacinas. Segundo Tenpenny, os imunizantes “magnetizam” as pessoas e as ligam a uma “interface” 5G.

No mês passado, o Conselho destacou que a médica “não respondeu às tentativas de um investigador de contatá-la, não respondeu aos interrogatórios do Conselho, não compareceu a um depoimento e não compareceu a uma conferência investigativa do escritório”.

Agora você entende, caro leitor, como minions formulam as suas teorias de conspiração. Ouviram tudo isso, repetido insanamente pelo Gabinete do Ódio, menosprezando as vacinas por uma única razão: o “Pai da Pátria”, o “Supremo Líder”, o “Condutor de Homens” queria receber a prosaica propina de um dólar por vacina adquirida.

“Vamos parar com esse mimimi, quando não conseguir mais respirar procura um hospital, se tomar vai virar jacaré, os chineses estão colocando minichips nas vacinas”, dizia o Ogro.

Quando viu que as mortes de até 3/4 mil pessoas por dia tomavam conta das manchetes dos jornais, liberou a compra das vacinas e em seis meses a pandemia estava praticamente extinta no País.

Do DCM, editado.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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