Só que, no caso, ele está sendo investigado pela recompra, e não venda, do Rolex de Bolsonaro.
A PF vai chamar Wassef para depor e vai investigar quem deu o dinheiro para que ele recomprasse o presente dado ao ex-presidente. Além disso, quer saber como ele recebeu os valores, se foi em espécie ou transferência bancária.
Nesta investigação, a PF vai ter a colaboração das autoridades dos Estados Unidos, o que vai facilitar levantar de quanto foi a venda e a recompra, em valor maior, além da forma de pagamento.
Oficialmente, a equipe de Bolsonaro afirmava que o relógio estava no Brasil e seria devolvido para a União.
Só que os assessores de Bolsonaro ganhavam tempo até que o relógio fosse encontrado e recomprado. No dia em que a operação foi realizada, a equipe do ex-presidente da República comemorou como missão cumprida.
Diz o dito popular que feio é roubar e não poder carregar. Mas e roubar, contrabandear, vender e depois ter que recomprar para provar inocência é bonito? A incompetência desastrada do Inelegível e seu quadrilhão ainda vão compor uma página de borderline na história da República.