PEC entrega para o mundo plasma humano brasileiro.

Vergonha para os baianos foram os dois senadores, Otto Alencar e Coronel, ditos aliados do Governo, votando a favor, na Comissão de Constituição e Justiça, da venda do plasma. Integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, os senadores baianos Otto Alencar e Ângelo Coronel (ambos do PSD) votaram por permitir a comercialização do plasma sanguíneo. A proposta foi aprovada na CCJ com 15 votos a favor e 11 contrários. O texto libera coleta, processamento e venda do plasma no Brasil por empresas privadas.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) resumiu seu descontentamento com a PEC do Plasma, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, nesta quarta-feira (4/10).

A proposta de emenda à Constituição permite que doadores de plasma sanguíneo recebam uma compensação financeira, além de autorizar a atuação de empresas privadas na produção e comercialização de hemoderivados.

Segundo o senador Jaques Wagner, “não existe nenhuma empresa instalada em solo brasileiro que consiga fazer o craqueamento do sangue pra fazer os hemoderivados“.

Por este motivo, o baiano disse que a PEC vai permitir que as únicas 13 empresas estrangeiras não têm interesse de se instalarem no Brasil, mas para cá virão “pegar o plasma” para “produzir imunoglobulina, e outros derivados, lá fora”, e “me botar pra comprar“.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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