Levantamento do Ministério da Saúde de Gaza aponta dia mais letal contra palestinos
O Ministério da Saúde palestino, controlado pelo Hamas, disse nesta terça que os ataques aéreos israelenses mataram mais de 700 palestinos na Faixa de Gaza durante a noite, o que configura o maior número de mortos em 24 horas desde o início do conflito.
No total, 5.791 palestinos morreram, enquanto 1.402 morreram em Israel.
Hospitais em Gaza estão à beira do colapso
Três hospitais em Gaza estão fora de serviço devido à falta de combustível, segundo o ministério de saúde da palestina, ligado ao Hamas.
Agência da ONU diz que interromperá operações em Gaza até quarta-feira (25) se nenhum combustível for entregue
Ainda segundo a ONU, há 20 caminhões com ajuda estão parados na fronteira com Egito desde terça-feira esperando autorização para seguir para Gaza.
Rússia discorda de resolução dos EUA
A Rússia declarou durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU que é contra a resolução proposta pelos Estados Unidos.
“O mundo inteiro espera do Conselho de Segurança um apelo para um cessar-fogo rápido e incondicional”, disse o embaixador da Rússia na ONU, Vassily Nebenzia, ao Conselho de Segurança.
O texto redigido pelos EUA não fala em cessar-fogo.
A Rússia, como membro permanente do Conselho pode exercer o poder de veto e, mesmo que com 1 único voto, barrar a proposta norte-americana.
Reino Unido, Estados Unidos, China e França também são membros permanentes do Conselho.
Secretário Geral da ONU pede respeito aos direitos humanos
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O Secretário-Geral da ONU, António Guterres, afirmou estar preocupado com a violação dos direitos humanos. “Em um momento crucial como este, é importante ter princípios claros”, disse.
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Após a fala, o chanceler israelense, Gilad Erdan, cancelou a reunião e pediu a demissão do secretário.
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Esta guerra nos foi imposta, mas vamos vencê-la, completou o chanceler israelense na ONU. “Para nós, (a guerra) é uma questão de sobrevivência”, disse.
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Riyad al-Maliki, Ministro das Relações Exteriores da Palestina, disse que todos nós “precisamos de uma realidade em que palestinos e israelenses não sejam mortos e que tenham paz e segurança”.

