Milagre em Tóquio: 379 pessoas se salvam depois de colisão de aviões.

Um avião da Japan Airlines, com 379 pessoas a bordo, pegou fogo após colidir com uma aeronave da Guarda Costeira ao pousar no aeroporto de Haneda, em Tóquio, no Japão, nesta terça-feira, 2. Todos os passageiros e tripulantes do avião comercial foram retirados em segurança, mas cinco dos seis tripulantes do avião da Guarda Costeira morreram.

Imagens divulgadas pela emissora pública NHK mostram o momento exato em que chamas saem das janelas da aeronave da Japan Airlines (JAL) Airbus A350 ao derrapar na pista pouco antes das 18h (6h no horário de Brasília).

Colisão de aviões no Japão causa cinco mortes e deixa 18 feridos | Exame

O capitão da aeronave da Guarda Costeira, um avião de patrulha marítima Dash-8 construído pela Bombardier, ficou ferido.

Crusoé: colisão entre aviões no Japão deixou cinco mortos

O avião militar estava na pista para decolar rumo à base militar de Niigata, na costa oeste do país, e transportava ajuda humanitária para auxiliar civis afetados pelo terremoto que atingiu a região no dia 1º de janeiro, deixando ao menos 48 mortos.

O Corpo de Bombeiros de Tóquio informou, segundo a emissora NHK, que pelo menos 17 das pessoas retiradas do avião comercial ficaram feridas.

Um porta-voz da Japan Airlines disse que a sua aeronave partiu do aeroporto de New Chitose, na ilha de Hokkaido, no norte do país.

Haneda fechou todas as pistas de decolagem após o incidente, informou um porta-voz do aeroporto.

O ministro dos Transportes disse que a causa do acidente não estava clara e que o Conselho de Segurança dos Transportes do Japão (JTSB), a polícia e outros departamentos continuarão a investigar.

*Com informações da Reuters, Ansa e Terra.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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