Estados Unidos e Reino Unido mexeram com as mamangavas do Iêmen.

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Analistas iranianos comentam no Twitter:

Os americanos cometeram um erro e caíram na armadilha de atacar os iemenitas. Os EUA deram aos Houthis uma razão para alargarem os seus alvos e atacarem também navios de propriedade dos EUA e do Reino Unido.

Novos ataques levarão à guerra aberta dos petroleiros e os EUA nunca invadirão o Iémen, porque o terreno é mais difícil do que aquele que enfrentou no Afeganistão. E milhões de iemenitas aguardam que eles cheguem ao solo iemenita.

A verdade é que o trânsito de navios do Oriente foi interrompido no Mar Vermelho e Canal de Suez, causando prejuízos imensuráveis à economia mundial. Mas o maior prejudicado é mesmo o Egito, que cobra taxas altíssimas da passagem de navios pelo canal. Centenas de grandes embarcações, de carga e turismo, transitam agora pelo Cabo, no extremo sul da África, correndo riscos inclusive com a pirataria somali, que mesmo fragilizada com a repressão ainda age na região.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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