Recrudesce ação contra o garimpo ilegal e envenenamento dos rios da Amazônia.

Amazônia: destruição de dragas de garimpeiros é eficaz, diz MPF.De acordo com o Ministério Público, método gera descapitalização da atividade em R$ 1 milhão por equipamento.

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou aos órgãos de fiscalização do governo que mantenha a destruição de dragas e balsas utilizadas por garimpeiros para a extração ilegal de minério nos rios da Amazônia.

Embora a descoberta e acesso aos garimpos ilegais exijam alto custo logístico e operacional, na avaliação do MPF, os métodos e ações para destruir os equipamentos utilizados, em especial de dragas fluviais, são mais eficazes.

Ainda segundo o MPF, a inutilização das dragas e balsas gera a descapitalização da atividade ilegal, evita a continuidade de danos ambientais e produz um efeito pedagógico de desestímulo para a realização de novas atividades ilícitas.

Cada draga custa aproximadamente R$ 1 milhão, afirma o órgão.

Tais recomendações ocorreram na última reunião de avaliação e planejamento de ações para o combate ao garimpo ilegal na Amazônia.

Realizado em Manaus e conduzido pelo procurador da República, André Luiz Cunha, o encontro teve a participação de representantes do Ibama, ICMBio, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) e Marinha.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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