PF começa a desmanchar a polícia política de Bolsonaro.

Gleisi assombrada pela conspiração de Bolsonaro e Ramagem

A arapongagem paralela do arbitrário ex-presidente, equipada com recursos técnicos do serviço secreto israelense, investigava todos que poderiam ser obstáculos ao ditador de fancaria: ministros do STF, políticos, militares de oposição e policiais contrários aos esquemas sórdidos de gestão.

 A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), foi às redes sociais nesta quinta-feira (25) comentar o escândalo da espionagem ilegal conduzida pela Abin durante o governo de Jair Bolsonaro contra oponentes políticos.

Gleisi classificou o escândalo como “um dos maiores da história” do Brasil, e afirmou que Bolsonaro usava qualquer método disponível para perseguir seus inimigos.

Ela também disse que a recente operação da Polícia Federal “é apenas a ponta de um novelo que envolveu dezenas de milhares de pessoas espionadas pelo pior presidente de todos os tempos. O Brasil não pode mais conviver com as ameaças dessa quadrilha. Julgamento e punição exemplar urgente”.

Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira, mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Abin, na Operação Vigilância Aproximada. A operação apura um esquema de espionagem montado na Abin para monitorar, ilegalmente, autoridades públicas e cidadãos comuns.

Diz a Presidente do PT:

O inquérito da Policia Federal e do STF sobre a espionagem ilegal da Abin é um dos maiores escândalos da história da República. Comprova que Jair Bolsonaro e seus cúmplices nunca tiveram limites para grampear, perseguir e usar instituições de estado contra seus adversários. O que foi revelado, atingindo parlamentares, governador de estado, tribunais superiores, é apenas a ponta de um novelo que envolveu dezenas de milhares de pessoas espionadas pelo pior presidente de todos os tempos. O Brasil não pode mais conviver com as ameaças dessa quadrilha. Julgamento e punição exemplar urgente.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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