Partidos bolsonaristas rejeitam inclusão e legalização dos entregadores de APPs

Uber cria nova tecnologia para carros autônomos | Mobilidade Estadão |

Partidos de Oposição ao Governo estão aproveitando a bagunça do mercado informal de APPs de entregas e táxis para prorrogar o sistema “como se dança na tribo”.

Sem contribuição à Previdência Social, sem contribuição ao sistema de Saúde Pública, sem vínculos com empresas, os uberizados estão criando um imenso passivo que já é financiado pelo Tesouro e pelo contribuinte legalizado.

Está se formando uma legião de zumbis sociais que perdem as pernas em acidentes e impedidos de trabalhar vão repartir os benefícios dos trabalhadores formais.

Como se já não bastassem as distorções do sistema, como as pensões de militares, altamente deficitárias para o Orçamento, partidos liberais, como o Novo, PL e outros quetais mostram indignação com as medidas do Governo.

Se aprovada, a proposta assegura que os motoristas receberão aproximadamente 24 reais por cada hora de trabalho efetivo. Este valor será pago como uma indenização destinada a cobrir despesas relacionadas ao trabalho, incluindo o uso do celular, combustível, manutenção do veículo, seguro e impostos.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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