Preços do boi continuam caindo diante da grande oferta de fêmeas

Fêmeas superam 51% do abate de bovinos no Mato Grosso — CompreRural

O mercado físico do boi gordo fecha a semana registrando queda nos preços da arroba nas principais praças de produção.

mercado físico do boi gordo fecha a semana registrando queda nos preços da arroba nas principais praças de produção e comercialização do país. As quedas estão mais acentuadas em Mato Grosso.

A oferta de fêmeas é invariavelmente o grande elemento de pressão no decorrer dos primeiros trimestres.

O pecuarista precisa buscar ferramentas de proteção para o segundo trimestre em função da perda de capacidade de retenção e piores condições para cadenciar o ritmo dos negócios, que tende a acelerar a queda das cotações país afora. A indústria frigorífica ainda se depara com escalas de abate confortáveis, que atendem a nove e dez dias úteis em média”, disse o analista da Consultoria Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias

Preços da arroba do boi:

São Paulo, Capital: R$ 229

Goiânia, Goiás: R$ 217

Uberaba (MG): R$ 226

Dourados (MS): R$ 219

Cuiabá: R$ 204

O atacado voltou a apresentar alta nos preços da carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente ainda é propício à continuidade deste movimento, pelo menos durante esta semana, que ainda conta com o efeito da entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

No entanto, mesmo com o atacado apresentando alta, há pouco apelo para recuperação dos preços da arroba, da mesma maneira que o forte ritmo de exportação também é insuficiente neste momento, assinalou-se.

A ponta de agulha foi precificada a R$ 13,30 por quilo, alta de R$ 0,30. O quarto traseiro segue no patamar de R$ 18,50 por quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 14,00 por quilo.

Do Canal Rural, editado.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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