A rota indecisa das cotações da soja aguardando a colheita no Sul e na Argentina

Valores da soja devem ficar próximos ou acima dos US$ 12 até novas indicações para o plantio da safra 2024/25 nos EUAWenderson Araujo/CNA

O movimento no mercado brasileiro de soja pode ser dividido em dois momentos nesta quinta-feira (14). Pela manhã, os preços subiam, o que permitiu a ocorrência de negócios. À tarde, com a queda nas cotações, o mercado ficou travado.

No Oeste baiano, a soja ontem estava cotada a R$106,57 , com preço estabilizado, enquanto há um mês era comercializada a R$98,67.

Houve movimento em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, São Paulo e Paraná. No entanto, os volumes foram pouco expressivos.

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 119 para R$ 120

  • Região das Missões: aumentou de R$ 118 para R$ 119

  • Porto de Rio Grande: avançou de R$ 125 para R$ 126

  • Cascavel (PR): seguiu em R$ 116

  • Porto de Paranaguá (PR): se manteve em R$ 125

  • Rondonópolis (MT): permaneceu em R$ 111

  • Dourados (MS): caiu de R$ 111 para R$ 109

  • Rio Verde (GO): recuou de R$ 109 para R$ 108

Os papéis de soja caíram no pregão noturno e começaram o regular em baixa, em Chicago, depois de terem atingido o maior valor em uma semana. Segundo Don Keeney, analista da Maxar, investidores preferem não arriscar antes do fim de semana e por isso saem de suas posições. Agora, os lotes para maio, os mais negociados, caem 0,34%, a US$ 11,85 o bushel.

Com informações do Canal Rural e Revista Globo Rural.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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