Voe Pass deixa barreirenses sem ligação aérea com a Capital.

Esta semana a Aérea enviou um avião com 45 lugares, venderam mais passagens e na hora de embarcar só deixou embarcar quem tinha feito check in pela internet. O overbooking, também conhecido como preterição de embarque, ocorre quando a empresa aérea vende mais bilhetes do que a capacidade real de lugares no voo. A indenização pode ser de até 400 dólares se o atraso na chegada ao destino final for de 1 ou 2 horas, ou de até 800 dólares caso o atraso supere 2 horas

A VoePass encerrou todas as linhas que operava de Salvador para as cidades do interior do estado. Os últimos voos foram operados ao longo desta semana.

Com isso, os municípios de Barreiras, Guanambi, Lençóis, Paulo Afonso, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista deixam de ficar conectados com a capital pela companhia. Destas cidades, apenas Vitória da Conquista continua servida com a ligação por meio de outras companhias, Azul e Gol.

Em Barreiras, apesar da suspensão do voo para Salvador, a companhia manteve a operação para Brasília/DF.

O fim das operações da empresa nas rotas entre a capital e o interior foi confirmado no mês passado. À época, a VoePass disse que “por motivos estratégicos de reestruturação de sua malha aérea, suspenderá, a partir de abril de 2024, algumas de suas operações atuais, incluindo alguns destinos realizados no Estado da Bahia”.

Com os fins dos voos na Bahia, a companhia anunciou as seguintes rotas a partir de 31 de março:

  • Cascavel (PR) para Congonhas (SP)

  • Caxias do Sul (RS) para Guarulhos (SP)

  • Chapecó (SC) para Guarulhos (SP)

  • Chapecó (SC) para Florianópolis (SC)

  • Florianópolis (SC) para Porto Alegre (RS)

  • Maringá (PR) para Congonhas (SP)

  • Rio Verde (GO) para Guarulhos (SP)

  • Presidente Prudente (SP) para Guarulhos (SP)

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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