O PIB do Brasil subirá uma posição e será o 8º no ranking global, diz O Globo. Segundo projeções do FMI, a economia brasileira vai ultrapassar Itália em 2024.
Nesta terça-feira, o IBGE divulgou que a economia brasileira voltou a acelerar e cresceu 0,8% no primeiro trimestre . A previsão é que o PIB (conjunto de bens e serviços produzidos pelo país) suba cerca de 2% este ano e, com isso, o Brasil deve chegar à oitava posição no ranking das maiores economias do planeta.
A previsão do FMI é que o PIB brasileiro cresça 2,2% este ano e, ao final de 2024, cerca de US$ 2,331 trilhões – ultrapassando a Itália, cuja economia terá um tamanho de US$$ 2,328 trilhões. Assim, o Brasil, que teve apresentação ao grupo das 10 maiores economias do planeta em 2023, vai avançar mais uma casinha em 2024.
A Índia, por sua vez, deve ultrapassar a Alemanha como terceiro maior PIB do mundo em 2027. As projeções do FMI foram divulgadas em abril.
Pelas estimativas do Fundo, o Brasil seguirá como oitavo no ranking global das maiores economias até 2029, último ano para o qual o Fundo traça projeções.
Em 2011, no início do primeiro governo Dilma Rousseff, depois de ultrapassar a famosa “quebra da bolha imobiliária dos EUA”, a “Marolinha”, o Brasil chegou a ocupar o posto de 6ª maior economia do mundo.
Veja trecho da matéria da BBC Brasil em 26 de dezembro de 2011:
O Brasil deve superar a Grã-Bretanha e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês).
Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda da Grã-Bretanha no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos, com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.
O executivo-chefe da CEBR, Douglas McWilliams, disse, em entrevista à BBC, que esta mudança de posições entre Brasil e Grã-Bretanha faz parte de uma tendência mundial.
Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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