Por que os desastres ambientais? O Planeta enfrenta uma onda de calor sem precedentes.

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Maio de 2024 marcou o décimo segundo mês consecutivo de recordes de calor na Terra, anunciaram cientistas do observatório europeu Copernicus, nesta quarta-feira (5). O dado considera a temperatura média do ar no planeta.

Desde junho de 2023, temos registrado um mês mais quente a cada novo período, dado que cientistas e autoridades destacam para apontar que vivemos uma emergência climática.

Em um comunicado, Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S), explicou que, mesmo se essa sequência de recordes for interrompida, a assinatura geral das mudanças climáticas permanece e não há sinal de uma mudança nesta tendência. (G1, via Noblat)

Quando uma frente de calor e ar seco bloqueou as frentes frias no Rio Grande do Sul estava preparado o cenário para um grande desastre ambiental, que já custa dezenas de bilhões de reais para recuperar.

José Lutzenberger, pioneiro dos cuidados ambientais no RGS, já me falava em 1968, quando jovem repórter de Zero Hora: o custo de não prevenir será 1.000 vezes maior de remediar.

Lutz era um visionário e já previa o que está acontecendo no mundo e, em particular, no Brasil. Quanto será o custo de recuperação das terras, nas chamadas fronteiras agrícolas, depois que se tornarem desertos em todo o País?

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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