A Bahia Farm Show não é dedicada apenas ao grande agronegócio. Traz também tecnologia para as áreas das pequenas propriedades agrícolas.

No estande da Baldan, por exemplo, a preocupação é atender desde o pequeno até o grande produtor. Para dar um exemplo prático, a empresa fabrica plantadeiras que vão de uma a até quarenta linhas. “A tecnologia que oferecemos é a mesma, tanto para quem planta em grandes como em pequenas áreas”, explica Gabriel Davoglio, especialista de plantio da Baldan.

 

Buscar novidades é o que traz muitos agricultores para a Bahia Farm Show. Rudi Renita Hoffmann é um pioneiro, veio do sul do país quando começou a nova fronteira agrícola do Matopiba. Hoje ele planta na região do Tocantins, mas vem à feira para ver de perto as novidades do mercado. “Tem muita importância pra nós a feira, é muita novidade, aqui a gente vê de tudo um pouco”, fala Rudi.

Na Piccin, o representante comercial Ricardo Almeida, explica que atender a agricultura familiar faz parte da história da empresa. “A Piccin começou pequena, fabricando equipamento pequeno e hoje já temos máquinas com 500 cavalos, então atender os agricultores é para nós um prazer”, explica Ricardo.

Crédito rural – Para incentivar o comércio de máquinas e implementos agrícolas, as instituições financeiras estão disponibilizando crédito para a compra de máquinas e equipamentos, a exemplo do programa Pronaf Mais Alimentos, que faz a ponte entre as empresas e os pequenos agricultores, facilitando a aquisição de maquinário.

Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco Original, Bradesco, Caixa Econômica Federal, DesenBahia, Santander, Sicoob e Sicredi estão presentes na feira de tecnologia agrícola com equipes especializadas para atendimento para todos os produtores, incluindo os pequenos, com oferta de linhas de crédito, investimentos, comercialização e industrialização de produtos e serviços.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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