Lula tem razão: os juros altos do BC estão arruinando a economia do País.

Hoje, o presidente Lula lamentou a política de juros do Banco Central: “O país está refém de um sistema financeiro que praticamente domina a imprensa brasileira”. E foi além:

“Ou seja, a questão do déficit fiscal aparece na primeira, na segunda página, na terceira página ou seja ninguém fala da taxa de juros de 10,25% num pais com inflação de 4%. Ninguém fala. Pelo contrário, fazem uma festa para o presidente do Banco Central em São Paulo”.

E denunciou:

“Normalmente, os que foram à festa devem estar ganhando dinheiro com a taxa de juros”

Entre 2018 e 2020, os juros nominais de dívida ficaram em média em R$ 353 bilhões, segundo dados do BC. Em 2021, quando a Selic começou a subir, a conta de juros passou para R$ 448 bilhões. Já em 2022, com os juros em 13,75%, já foi R$ 586 bilhões.

Em abril, a posição era a seguinte: a  Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 0,67%, passando de R$ 6,319 trilhões em fevereiro para R$ 6,362 trilhões em março. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 12,28 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis corrigidos pela Selic (juros básicos da economia).

Deputado Carlos Zarattini (PT-SP) diz que Lula é inocente e alega falta de  provas | Jovem Pan

Carlos Zarattini (Carlos Alberto Rolim Zarattini), deputado pelo PT-SP, afirma:

Vamos resistir e lutar contra a ditadura do mercado financeiro. Parte da grande mídia está a serviço dos interesses dessa turma que quer manter seus lucros a qualquer custo. O governo Lula tem compromisso com o povo e não com essa turma!

É por isso que os bozonazis estão fazendo festa e banquetes para o Presidente do BC, que está transferindo dinheiro de caminhão para os banqueiros e arruinando a economia do País.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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