O encontro também contava com a presença do general Augusto Heleno, então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Na época, Flávio Bolsonaro respondia às acusações de um esquema de rachadinhas em seu gabinete quando era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
O ex-presidente Bolsonaro chegou a sugerir que fosse realizado contato com o chefe da Receita Federal, além do presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), para que discutisse a investigação contra o filho, apontado como responsável pelo desvio de salários de funcionários do então gabinete no estado fluminense.
A medida evitaria que provas que apontassem supostas irregularidades financeiras fossem entregues.