Oziel Oliveira deve decidir vice no domingo (04).

O município de Luís Eduardo Magalhães vive hoje um clima de mistério quanto a candidatura de Oziel Oliveira (PDS). De um lado, eleitores apaixonados afirmam que o ex-prefeito nunca desistiria de uma eleição. De outro um silêncio ensurdecedor, por parte da sua assessoria, põe em dúvida sua disposição à urna.

A possibilidade de não haver opositor ao atual prefeito Junior Marabá (PP), vem aquecendo as conversas das rodas políticas com suposições e apostas. Mas, especulações à parte, o fato é que a convenção dele marcada para o domingo, 04, levanta outra dúvida; quem será o vice de Oziel Oliveira?

Possíveis nomes

Diante dos possíveis nomes, surgem o de dois vereadores que durante seus mandatos fizeram uma espécie de ‘jogo duplo’ com a atual gestão; o do vereador Silvano Santos (solidariedade) e o do seu colega Dé do Sol do Cerrado (PSD).

Há quem defenda o nome do vereador Silvano, em detrimento ao nome de Dé, a fim de não criar uma chapa ‘puro sangue’ formada apenas por socialista. Já Dé do Sol do Cerrado se apresenta como um candidato ‘mais viável’ na condução do processo eleitoral.

Em resposta aos boatos que circularam no dia de hoje, que Oziel não concorreria, temos a afirmativa de especialistas: o Ex-Prefeito não seria capaz de cometer uma tentativa de suicídio político. Seria o fim da carreira do paranaense.

Como concorrer mais tarde, a deputado ou até mesmo a Prefeito se abandonasse a arena numa hora como esta?

Raposa de longa e peluda cauda e larga experiência política, Oziel saberia medir as consequências do tresloucado gesto.

Além do mais, no puro estilo mandacaru que sempre pautou a sua vida política, não teria capacidade para outorgar poderes a terceiros. O desenlace seria fatal. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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