Vulcões explodem na Sícilia e deixam autoridades em alerta.

Vulcão Etna entra em erupção e afeta funcionamento de aeroportos na Itália

O vulcão Etna, na Itália, entrou em erupção, nesta quinta-feira, 15, o que desencadeou problemas aos moradores locais. Segundo o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia informou, as lavas geraram uma nuvem de cinzas de 9,5 km e resultaram no fechamento do Aeroporto Catania-Fontanarossa, no sul do país.

Erupção de vulcões deixa regiões da Itália em alerta máximo — Foto: Reprodução/TV Globo

 Em 8 de março de 1669, o vulcão Etna, localizado na ilha da Sicília da atual Itália, começa a ribombar fortemente. Múltiplas erupções durante as semanas que se seguiram mataram mais de 20 mil pessoas, deixando outros milhares sem teto.

A erupção de dois vulcões, o Etna e o Stromboli, na Itália deixou regiões em alerta máxima.

A Itália, país onde se encontram os únicos vulcões ativos da Europa continental, ficou com a respiração suspensa. Dois dos seus dez vulcões em atividade explodiram ao mesmo tempo, assustando a população da Sicília, no sul do país.

Os moradores que vivem à sombra do Etna viram as explosões produzirem fragmentos incandescentes e fontes de lava. As cinzas cobriram as ruas e até pistas do aeroporto de Catânia, impedindo pousos e decolagens. Com 3.330 metros de altura, o Etna possui erupções documentadas desde o ano 425 a.C.

Simultaneamente, o Stromboli criou uma nuvem de calor de até 2 km. A Proteção Civil elevou o estado de alerta do nível laranja para o vermelho. As autoridades verificam os planos de retirada da população.

O vídeo divulgado pelos bombeiros mostra a matéria vulcânica descendo rapidamente para o litoral e se estendendo para o mar por centenas de metros.

Erupção de vulcões deixa regiões da Itália em alerta máximo — Foto: Reprodução/TV Globo

 

Avatar de Desconhecido

Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

Deixe um comentário