A fraude implodiu rápido. Não é possível enganar todos ao mesmo tempo.

PABLO MARÇAL foi CANCELADO (será?) [LIMBO DOS CANCELADOS #59]

Do jornalista e escritor Cesar Calejon, no Twitter:

“A principal força do candidato coach vem das redes digitais e, pasmem, da periferia. Sim, infelizmente.

Nas redes, o ódio, o ultraje, o deboche e os bots fazem o trabalho. Nas quebradas, ele consegue, por incrível que pareça, ser percebido de duas formas:

(1) como o candidato antissistema, que xinga os “políticos tradicionais” e é “sincero” etc. Bolsonaro, por exemplo, ficou 28 anos no baixo clero da política institucional, colocou a família inteira no jogo e ainda assim foi capaz de se vender como o outsider que iria moralizar o jogo dos “políticos corruptos”.

(2) como o cara que “venceu sozinho”, “bem-sucedido”, o que reforça a dimensão da meritocracia que seduz, principalmente, os mais jovens (- 35 anos).

Esses são os principais pontos que devem ser desmontados considerando a persona política que o candidato coach está construindo…e o rap é uma ferramenta fundamental neste processo.”

No meu entendimento, Pablo Marçal foi com muita sede ao pote e implodiu-se. Hoje todas as correntes, inclusive bozonaritas de alto coturno, querem beber seu sangue.

Ele já berrou, como costumam berrar extremistas: “Sou um perseguido político!”

Aos bandidos, estelionatários que furtam de bancos, falta empatia e bom senso.

Como bandido deve voltar à furna do ostracismo e reduzir-se ao extrato de pó de escória de que é composto. Sem prejuízo de pesadas investigações de crimes contra o patrimônio. Para ele e para figurinhas carimbadas que estão ao seu lado.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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