Polícia Civil identifica aumento de furto qualificado por meios eletrônicos.

No plantão de ontem para hoje, o Complexo Policial do bairro Aratu registrou um número alarmante de ocorrências de furto qualificado cometido por meio de dispositivo eletrônico ou informático, conforme previsto no artigo 155, inciso 4, do Código Penal Brasileiro.

Entre as vítimas está uma servidora pública de 45 anos, que teve sua conta na Caixa Econômica Federal acessada de forma fraudulenta, resultando na transferência de R$ 297,52 via PIX. Outra vítima, uma enfermeira de 53 anos, relatou na delegacia que, ao tentar sacar seu benefício do INSS, descobriu que o valor de R$ 699,44 já havia sido transferido fraudulentamente também por meio de PIX.

Além disso, uma dona de casa de 36 anos, residente no Centro, informou que seu benefício do Bolsa Família, no valor de R$ 597,87, foi sacado indevidamente via chave PIX em benefício de Marcos da Silva Nascimento. A vítima desconhece a transação bancária virtual. Outro caso semelhante envolveu uma dona de casa de 55 anos, moradora do Jardim Ouro Branco, que teve seu benefício do Bolsa Família, no valor de R$ 598,59, sacado indevidamente. Ela também desconhece a transação bancária.

Por fim, uma costureira de 31 anos, residente na zona rural de Baianópolis, no povoado Novato, foi vítima do mesmo golpe, com a transferência de R$ 598,98 de sua conta bancária via PIX. Ela, assim como as outras vítimas, desconhece essa modalidade de transação bancária virtual.

A polícia está investigando os casos e alerta a população sobre a importância de adotar medidas de segurança ao realizar transações bancárias eletrônicas. Recomenda-se a ativação de autenticação em duas etapas e a verificação constante das movimentações bancárias para evitar fraudes.

Do blog Alô Alô Salomão

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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