Nenhuma região da Terra está livre das mudanças climáticas e do calor extremo.

Mudanças climáticas agravaram seca do El Niño na Amazônia

A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC) reconhece que as mudanças climáticas estão a contribuir para crises humanitárias em todo o mundo. A IFRC solicita uma ação local urgente e financiamento, especialmente para os mais vulneráveis, para combater os impactos devastadores da crise climática.

O Centro Climático da Cruz Vermelha também realizou um estudo que mostra que, nos últimos 12 meses, um habitante viveu, em média, mais 26 dias de calor extremo. O estudo, juntamente com a rede científica World Weather Attribution e a ONG Climate Central, aponta para o papel do aquecimento global no aumento da frequência e intensidade das condições meteorológicas extremas em todo o mundo. 

A IFRC, juntamente com o CICV, também liderou o desenvolvimento de uma Carta sobre o Clima e o Meio Ambiente para Organizações Humanitárias. O objetivo da carta é orientar o setor na resposta a essas crises e para mobilizar uma ação coletiva. 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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