Corrente de jato volta a levar fumaça das queimadas da Amazônia para estados do Sul.

As imagens de satélite da NOAA/NASA deste sábado mostram um muito denso corredor de fumaça que percorre milhares de quilômetros pelo interior da América do Sul e que no dia de hoje alcança o Rio Grande do Sul. A fumaça está de volta ao Sul do Brasil após dois dias de atmosfera limpa por uma massa de ar frio.

A origem principal da fumaça está no Sul da região amazônica, em particular no Sul do estado do Amazonas, no chamado arco do desmatamento, assim como no Pará, Mato Grosso e na Bolívia, onde o número de queimadas tem sido bastante elevado durante esta primeira semana de setembro.

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O Rio Madeira, principal afluente da margem direita do rio Amazonas, está com nível de 1,10, a menor da anotação histórica desde 1967. As águas foram substituídas por enormes bancos de areia, isolando comunidades e plantações de frutos. Rondônia, assim como os outros estados amazônicos, continuam sob uma intensa nuvem de fumaça.

 

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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