“Barra” do Peñarol se envolve em confusões no Rio, antes do jogo com Botafogo.

Horas antes do jogo contra o Botafogo, pela semifinal da Libertadores, dezenas de torcedores do Peñarol se envolveram em um violento confronto por volta das 12h desta quarta-feira (23), na orla do Recreio, na Zona Oeste do Rio. Vários homens, muitos escondendo o rosto, usaram paus, pedras e garrafas para atacar policiais militares e outras pessoas que estavam no local.

De acordo com informações do RJ TV, um carrinho usado para guardar barracas e cadeiras de praia foi saqueado, e os paus das barracas foram usados como armas. Mesas e cadeiras de quiosques foram usados como escudo. As cenas de selvageria deixaram um rastro de destruição.

Bombas de efeito moral foram utilizadas, mas os uruguaios, em maior número. Por determinação do governo do Rio de Janeiro, os torcedores do Peñarol serão escoltados para fora da cidade.

Comerciantes foram saqueados. Mais cedo, um uruguaio foi preso por um furto de celular que estava em um quiosque. Câmeras de segurança registraram o momento do furto (veja abaixo). O torcedor foi levado para 42ª DP e encaminhado à 16ª DP. Outras barracas que estavam na praia, além de carros e motos estacionados, foram danificados.

Nas imagens, não foi possível ver torcedor do Botafogo na confusão. O grupo uruguaio chegou até a praia com três ônibus de turismo, que ficaram estacionados. As pistas da orla (Av. Lúcio Costa) chegaram ser fechadas por várias vezes entre 12h e 12h40 devido à presença de torcedores no asfalto.

Esta não é a primeira vez que torcedores do Peñarol se envolvem em confusões quando o time vem jogar no Rio. Em setembro, houve uma briga na Praia da Macumba, bem próximo ao confronto desta quarta.

Em 2019, cerca de 100 torcedores do Peñarol foram detidos após confusão na orla do Leme, na Zona Sul. Um torcedor do Flamengo morreu.

Do ge.globo.com

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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