Avião da Abaeté, com 5 a bordo, cai no interior de São Paulo.

Um piloto de Guanambi, no Sudoeste baiano, está entre as cinco vítimas de um avião de pequeno porte da empresa baiana Abaeté, que caiu no final da tarde desta quarta-feira (23) em uma área de mata no município de Serra Branca, no interior de São Paulo.
O avião foi localizado pelas equipes de resgate já durante a noite. Conforme a Força Aérea Brasileira (FAB), o avião sumiu dos radares de monitoramento às 18h39 após sair de Florianópolis (SC) com destino a Belo Horizonte (MG). O piloto do avião, identificado pelo prenome de Jeferson, é natural de Guanambi.

Conforme o G1, moradores da região relataram um ruído seguido de um estrondo de explosão. A Defesa Civil de São Paulo informou que durante a tarde choveu pelo menos 40 milímetros em 6 horas na cidade. A aeronave caiu em uma área de mata em uma região de difícil acesso. As causas do acidente e a identidade dos ocupantes ainda serão apuradas.

Em nota, a Abaeté Aviação afirmou que as vítimas eram comandante, piloto, médica, enfermeiro e mecânico da empresa. Eles haviam atendido uma demanda de trabalho em Santa Catarina e retornavam para a Bahia. As causas do acidente não foram confirmadas. Segundo o Corpo de Bombeiros, chovia no momento do acidente.

Queda ocorreu durante uma forte tempestade no município e aeronave pegou fogo devido ao impacto da colisão contra o morro. Moradores da região testemunharam o acidente aéreo e acionaram as autoridades.

A FAB (Força Aérea Brasileira) informou que a aeronave, cuja matrícula é PT-MBU, tem oito assentos. O avião é um modelo EMB-121A1, Xingu, da Embraer, com fabricação em 1982. Conforme pesquisa no RAB (Registro Aeronáutico Brasileiro), da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o avião tem “transporte aéreo” como categoria de registro, com status de operação permitido para táxi aéreo. A situação de aeronavegabilidade da aeronave é “normal”.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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