Polícia Federal recupera arquivos apagados em celular de implicado no “8 de janeiro”.

Suspeitos do 8 de Janeiro: Mauro Cid, Élcio Franco e Ailton Barros |  Partido dos Trabalhadores

PF (Polícia Federal) conseguiu recuperar arquivos deletados de dispositivos eletrônicos do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordem do ex-presidente declarado inelegível até 2030 Jair Bolsonaro (PL), e encontrou novas provas sobre o ‘8 de Janeiro’ e o monitoramento de autoridades através da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência).

O ex-chefe do órgão, o ex-delegado da PF e candidato derrotado nas eleições municipais do Rio de Janeiro, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que é um dos personagens diretamente envolvidos nesses casos, voltou a prestar depoimento à instituição policial nesta terça-feira (5/11).

PF fez um pente fino e encontrou a nuvem de arquivos nos aparelhos de Cid utilizando um Cellebrite – aparelho israelense que permite recuperar dados apagados de celulares e outros dispositivos.

O cruzamento dos dados acabou, segundo fontes, robustecendo o arcabouço de fatos que certam as apurações e levaram, inclusive, ao adiamento da entrega do relatório final das investigações, diz Daniela Lima, no g1.

Mauro Cid, fortemente implicado nos inquéritos, acabou tornando-se colaborador premiado.

Nas redes sociais, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) comemorou a notícia dizendo que “A CHAPA VAI ESQUENTAR PRA TURMA DO BOLSONARO!“.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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