Beneficiado pela economia verde, país põe no radar a meta de US$ 1 trilhão em participação no IED
Por Diego Viana — Para o Valor, de São Paulo

A palavra mágica para reengrenar o desenvolvimento e atrair novos capitais para o Brasil é “powershoring”. O anglicismo, que vem sendo crescentemente empregado após a pandemia, designa a tendência de aplicar recursos em regiões do mundo com fácil acesso a energias limpas e renováveis. Nesse campo, o Brasil está em posição privilegiada, graças à sua matriz energética majoritariamente renovável, sobretudo na geração de eletricidade, e dá ao governo a esperança de ver a participação estrangeira no investimento produtivo alcançar a marca de US$ 1 trilhão.
