Percentual leva em conta os brasileiros que consideram a gestão federal “ótima”, “boa” ou “regular”. Os que desaprovam somam 30,8%.
Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o instituto MDA, aponta que 67,6% dos brasileiros aprovam o governo Lula (PT), considerando sua gestão “ótima”, “boa” ou “regular”.
O levantamento, divulgado nesta terça-feira (12), revela que 30,8% dos entrevistados classificam o governo de forma negativa, seja como “ruim” ou “péssimo”, o maior percentual desde o início do atual mandato.
Conforme os dados da pesquisa, o índice de aprovação se distribui entre 12,2% que consideram a gestão “ótima” e 23,3% que a avaliam como “boa”.
Outros 32,1% dos brasileiros avaliam o governo como “regular”, reforçando uma base de aprovação ampla, mas com diferenciações no nível de entusiasmo com as políticas atuais.
Esses números indicam que, apesar dos desafios enfrentados pela administração federal, ainda há um nível significativo de apoio, especialmente em setores que mantêm uma visão moderada e esperançosa sobre a gestão.
O instituto MDA entrevistou 2.002 pessoas presencialmente em diversas regiões do Brasil, entre os dias 6 e 9 de novembro, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%.
“Ninguém vai me provocar”, diz o exasperado Ex-Presidente
Mesmo com essa base de apoio, ainda vemos Pablo Marçal, Caiado, Tarcisão do Martelo, Michelle Maçaneta e até o inelegível Bozo brigando para desafiar Lula da Silva. É preciso confiar muito na falta de feeling e na ignorância dos pobres de direita para tomar essa atitude. Se em 2022, com toda a máquina na mão, a direitona perdeu, imagine com Lula conquistando os corações de todos os brasileiros.
A situação chegou a tal ponto que o Ex-presidente afirmou, na semana que passou, que não há nomes à direita, senão o dele, para a disputa à Presidência da República de 2026. “Só depois que eu estiver morto. Antes de eu morto, politicamente não tem nome”, disse Bolsonaro. Para o ex-presidente, a direita “não tem dono”, mas sim “um líder”, posto ocupado por ele de forma “incontestável”.
O ex-presidente desautorizou o nome de seu ex-ministro da Infraestrutura, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Para Bolsonaro, seu aliado não é um nome viável para a próxima disputa presidencial, pois é um “líder maior” somente no Estado de São Paulo. “É um grande líder no Estado, verdade… Ninguém vai me provocar”, disse o ex-presidente.

