
Mesmo com a leve evolução dos preços da soja, insumo responsável por metade do custo das rações, os preços do suíno vivo e da carne subiram em menor intensidade nos últimos dias.
Segundo pesquisadores do Cepea, isso se deve ao período de final de mês e aos consecutivos aumentos observados ao longo de novembro.
Mesmo com altas menos expressivas, as cotações atingiram novos recordes nominais, refletindo a combinação de oferta de animais restrita e demandas interna e externa aquecidas.
Por outro lado, a limitação do poder de compra do consumidor na ponta final e o receio de travar as vendas antes do período de festas de fim de ano têm levado agentes a segurarem as cotações, conforme relatam colaboradores do Cepea.
No Oeste baiano, o milho se manteve estável esta semana, tendo aumentado nominalmente R$5,00 por saca nos últimos 30 dias para R$65,00. A soja disponível na esmagadora, no dia de hoje estava cotada a R$132,00 (+1,25%), enquanto a soja negociada em balcão pagava R$124,50 (+2,19%).
O porco caipira de criações artesanais, vendido na zona rural, atingia em torno de R$13,50 o preço do quilo vivo, com vistas principalmente para a obtenção de banha, componente importante na alimentação de populações da zona rural. O porco industrial fornece uma parcela muito pequena de gordura frente ao porco de raças mais rústicas.
