38 pessoas são imoladas em acidente terrível na famigerada Rio-Bahia, a BR 116.

 

Acidente em MG é a maior tragédia em rodovias federais desde 2007, início da série histórica da PRF. 

De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal, o acidente que deixou ao menos 38 mortos em Teófilo Otoni é o mais fatal ao menos desde 2007.

Um acidente envolvendo três veículos deixou 38 mortos na madrugada deste sábado (21), na altura do km 285 da BR-116, no distrito de Lajinha, em Teófilo Otoni (MG). De acordo com dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), é a maior tragédia em estradas federais pelo menos desde 2007, início da série histórica disponível para consulta.

Segundo informações inicialmente repassadas pelo Corpo de Bombeiros, o pneu do ônibus havia estourado, e o motorista perdeu o controle da direção, batendo contra uma carreta. Um carro que vinha atrás também colidiu com o ônibus. Com a colisão, o ônibus pegou fogo.

O agente da Polícia Rodoviária Federal Fabiano Santana informou que a maior parte das mortes foi causada pelo incêndio do ônibus. “Foram vítimas resgatadas [e levadas ao hospital], pessoas que se queimaram tentando resgatar vítimas, crianças pedindo para resgatar os pais”, relatou Santana. Dos 38 corpos, 25 estavam totalmente carbonizados.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, informações preliminares e vestígios no local demonstram que possivelmente um grande bloco de granito soltou-se da carroceria da carreta e atingiu o ônibus que seguia na rodovia, em sentido contrário.

Logo após o impacto da pedra com o ônibus, ocorreu um grande incêndio no veículo. A polícia ainda investiga as circunstâncias do acidente.

O ônibus da empresa EMTRAM saiu de São Paulo na sexta-feira (20) por volta das 7h e tinha como destino Vitória da Conquista (BA), um trajeto de aproximadamente 1,5 mil km.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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