Ex-presidente tem pouco tempo, pois o STF planeja julgá-lo até o fim de 2025, após a PGR apresentar uma denúncia fragmentada. Agora apela para redução do prazo de impedimento político, preconizado pela Lei da Ficha Limpa.
O ex-presidente que em 2022 se tornou o primeiro chefe de Executivo federal ao não conseguir se reeleger para o cargo, e hoje está inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL), diz por aí que ele é o plano A para a sucessão no Planalto em 2026, de acordo com Andreia Sadi, em seu blog no g1.
O derrotado no pleito de 2022 pelo Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), busca uma saída política para reverter a perda de direitos políticos e planeja registrar sua candidatura no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), indo até onde der.
Segundo o texto da jornalista, desta forma, o três vezes indiciado pela PF (Polícia Federal) nas investigações sobre falsificação das carteiras de vacina, sobre as joias sauditas desviadas do acervo da Presidência da República e sobre a tentativa de golpe de Estado, segue adiando o debate sobre um sucessor na direita.
A matéria diz ainda que a escolha de um sucessor, possivelmente um familiar, só ocorrerá após a desistência do primeiro chefe de Executivo federal a não conseguir se reeleger para o cargo. Desta forma, Bolsonaro “poderá atrasar a construção de uma candidatura forte frente a Lula, causando festejos entre apoiadores do presidente“, escreve a jornalista.
A família Bolsonaro também conta com o apoio do recém empossado presidente dos EUA, Donald Trump, e do bilionário Elon Musk, acreditando em uma interferência política da Casa Branca no Brasil. Mas o ex-presidente tem pouco tempo, pois o STF (Supremo Tribunal Federal) planeja julgá-lo até o fim de 2025, após a PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentar uma denúncia fragmentada.
Com Urbs Magna e G1.

