Ex-Presidente não vê motivos para a sua prisão. Eu sou a “cereja do bolo”, afirma.

Eles podem até me prender um dia, mas por qual motivo?“, disse em entrevista. O inelegível até 2030 também se mostrou irritado com as manchetes de jornais dizendo que ele “vai ser preso“.Ex-presidente diz não entender porque o povo pede “Bolsonaro na Cadeia” se ele é a “cereja do bolo”.

De acordo com o cientista geopolítico e influenciador digital Vinicios Betiol, “com medo da prisão, Bolsonaro quase chora, diz que não quer ficar sem fazer um churrasquinho, afirma que ele é a cereja do bolo e reclama que nós ficamos repetindo por todos os cantos o termo “BOLSONARO NA CADEIA“.

Betiol compartilhou trecho de uma entrevista do inelegível até 2030 à mídia bolsonarista Revista Oeste” e, sobre o denunciado pela PGR, pediu: “Não digam isso pra não chateá-lo.

Ninguém quer perder a liberdade. Não quero dormir longe da minha filha, da minha esposa… [ficar longe] de fazer um churrasquinho, de ir ver os amigos, de colaborar pra se mudar esse Brasil. Agora, é um arbítrio sem tamanho o que está sendo feito com os presos [réus do 8 de Janeiro], o que está sendo feito comigoreclama Bolsonaro, no recorte feito pelo influencer.

“Eu sou a cereja do bolo”, emendou. “Eles podem até me prender um dia. Mas por qual motivo?”, afirmou, fingindo desconhecer o conteúdo da denúncia do procurador-geral da República Paulo Gonet.

É comum falar, né, “Bolsonaro na cadeia”. E de vez em quando tá em todas as manchetes de jornais: “Bolsonaro vai ser preso“”. lamentou.

“Até ontem, eu falei demais, né? Eu falei lá [no evento do PL], sobre o prisão, até falei um um palavrão, que depois eu vi que não podia ter falado aquilo, mas eu falei, desabafei”, disse Bolsonaro sobre sua própria fala “Caguei para a prisão“.

Com Urbs Magna

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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