Soja tem alta de cotação nesta madrugada em Chicago, puxado por óleo e farelo.

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A cotação da soja se alterou positivamente nesta madrugada no pregão noturno de Chicago, de 2 centavos de dólar por bushel agora em maio até 15 centavos por bushel em setembro de 2025, para 1.04175, depois de forte alta no farelo e no óleo e das previsões pouco otimistas sobre o plantio que se inicia. Esta era a posição às 5h33minutos desta madrugada.

Os preços no mercado brasileiro interno não devem se alterar substancialmente dadas as sucessivas queda da cotação do dólar. As confirmações de oferta e de produtividade no final da colheita garantem a manutenção do preço da soja nos mesmos patamares. O acordo comercial com a China, que ora se realiza em Genebra, também deve conter uma eventual alta mercurial da proteína vegetal, responsável pela produção de proteínas animais em todo o mundo.

Milho com perdas na semana que passou

variação semanal milho b3

A pressão do bom desenvolvimento da safrinha de milho no Brasil também resultou em perdas significativas maiores que 4% na semana que passou. Segundo especialistas a safra do cereal deve ultrapassar 104 milhões de toneladas e nem a demanda das destilarias de etanol devem fazer o milho ter uma súbita alteração positiva.

No mercado físico brasileiro, o preço da saca de milho também teve recuos neste último dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou desvalorizações em Ubiratã/PR, Marechal Cândido Rondon/PR, Pato Branco/PR, Tangará da Serra/MT, Campo Novo do Parecis/MT, Eldorado/MS, Itapetininga/SP, Campinas/SP e Porto de Santos/SP.

No Oeste baiano, o cereal, estacionado por dias em R$72,00 a saca, caiu na sexta-feira e passou a valer R$68.00 a saca de 60 kgs, enquanto os sucedâneos, sorgo e milheto, caiam para 55,00 e 59,50 respectivamente.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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