“Flotilha da Liberdade” é parada à força, em águas internacionais, e seus passageiros sequestrados.

Os organizadores da Flotilha da Liberdade afirmaram que todos os membros do grupo que estavam embarcados em direção a Israel foram sequestrados pelas forças sionistas.

Na noite deste domingo (8), a imprensa israelense confirmou que a marinha do país conduziu uma operação em águas internacionais para bloquear a entrada da embarcação Madleen, que carrega ajuda humanitária em direção ao enclave palestino.

Vídeos de Greta Thunberg e Thiago Ávila denunciando suas prisões foram publicados pela organização do movimento.

“Olá a todos, sou Thiago Ávila. Sou cidadão brasileiro, membro da Coalizão Flotilha da Liberdade, e se vocês estão assistindo a este vídeo, significa que fui detido ou sequestrado por Israel ou outra força cúmplice no Mediterrâneo, a caminho de Gaza para romper o cerco humanitário. E, neste caso, peço que pressionem meu governo e os governos dos meus camaradas para que sejamos libertados da prisão e rompamos relações com Israel, para pôr fim ao genocídio e ao cerco que Israel impôs ao povo palestino. Contamos com vocês neste momento”, afirma Ávila no vídeo.

“Meu nome é Greta Thunberg e sou da Suécia. Se você estiver vendo este vídeo, fomos interceptados e sequestrados em águas internacionais pelas forças de ocupação israelenses ou por forças que apoiam Israel. Peço a todos os meus amigos, familiares e camaradas que pressionem o governo sueco para que eu e os outros sejamos libertados o mais rápido possível”, afirma Greta Thunberg.

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Israel confirma

O ministério de Relações Exteriores de Israel confirmou que tomou a Flotilha da Liberdade em águas internacionais e sequestrou os ativistas. Eles serão levados para um porto em Israel deportados do país.

“O “iate de selfies” das “celebridades” está a caminho, em segurança, das costas de Israel. Os passageiros devem retornar aos seus países de origem”, disse o governo israelense em nota

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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