
Dono de bets e de 2,2 mil bancas do jogo do bicho arrematou o iate espetacular de Luciano Huck
No mês de agosto, o Bejoa foi adquirido por Darwin Henrique da Silva Filho, empresário do ramo de bets, conforme relata a reportagem A república do Tigrinho, publicada na edição de julho da piauí. O texto registra outras gastanças dos donos da casas de apostas, que se tornaram grandes compradores do mercado de luxo no Brasil.
José André da Rocha Neto, sócio da VaideBet, e sua mulher, por exemplo, gastaram 3,7 milhões de reais nas grifes Hermès e Dolce&Gabbana entre 2021 e 2022, segundo atestam notas fiscais obtidas por policiais que investigam seu patrimônio (foi tudo pago em dinheiro vivo).
O próprio Darwin Filho, o novo capitão do Bejoa, já fez outras transações com bens valiosos. Vendeu a Lamborghini Urus à advogada e influenciadora Deolane Bezerra por 3,4 milhões de reais. Dono da Esportes da Sorte, grande anunciante de emissoras de tevê e diferentes times de futebol, Darwin Filho é herdeiro do jogo do bicho em Pernambuco, com 2,2 mil bancas no Recife.
Huck confirmou à piauí a venda e explicou que não tem relações de amizade com o comprador. “Estive uma única vez com Darwin, no dia em que fui apresentado a ele por um corretor e acertei a venda do barco. A transação foi quitada no dia 5 de maio deste ano, 2025”, disse o apresentador, por e-mail.
Também neste ano, Huck aderiu ao clube dos que fazem propaganda de bets (que inclui Galvão Bueno, Virgínia Fonseca, Seu Jorge, Vini Jr., Neymar e outros) – no seu caso, de uma concorrente da Esportes da Sorte. O apresentador emprestou sua imagem para divulgar a bet MGM, uma parceria entre o conglomerado de mídia e entretenimento americano e o Grupo Globo. A entrada de Huck na promoção das bets motivou críticas nas redes sociais em razão da epidemia de vício em jogos provocada pelas casas de apostas.
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Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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