Ciclone extratropical deixa mais de 340 mil pessoas sem energia no RS.

Região sul do país foi a mais atingida pela passagem de um ciclone extratropical e mais de 340 mil pessoas ficaram sem energia elétrica no Rio Grande do Sul.

Previsão do tempo indica que as rajadas de vento vão continuar

Nesta terça-feira (29), o ciclone já se distanciou para águas mais profundas e a massa de ar frio avança pela faixa que abrange a Região Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais até o Rio de Janeiro.

Mas o Instituto Nacional de Meteorologia mantém alerta “laranja” de perigo nesta terça, por causa dos ventos costeiros em quase 100 cidades ao longo do litoral do Paraná até o Espírito Santo.

Sobre os estragos deixados pelo ciclone, no Rio Grande do Sul, 346 mil gaúchos ao todo ficaram sem eletricidade nessa segunda, principalmente nas cidades de Porto Alegre, Capão da Canoa, Viamão e Osório. A informação é a mais atualizada da concessionária de energia CEEE Equatorial.

As equipes da empresa estão tentando restabelecer o fornecimento de energia nas áreas mais afetadas, com maior número de ocorrências. A previsão do tempo indica que as rajadas de vento devem continuar e podem dificultar o trabalho das equipes de reparo.

De acordo com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, a massa de ar frio vai derrubar as temperaturas até quinta-feira. Na quarta-feira (30), o frio será mais intenso, com mínimas de -2°C e geadas concentradas na metade Norte do Estado.

Na cidade de Xangri-lá, litoral norte gaúcho, um importante ponto turístico ficou destruído após a passagem do ciclone. A plataforma marítima da praia de Atlântida já estava comprometida, mas a força das ondas derrubou parte de sua estrutura nessa segunda-feira.

Os impactos causados pela mudança do clima ainda estão na memória do gaúcho. Nessa segunda, o governo do Estado repassou R$ 600 mil para auxílio financeiro às Organizações da Sociedade Civil atingidas pelas enchentes do ano passado.

Da Agência Brasil.

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Autor: jornaloexpresso

Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril

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