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Que tipo de vírus atacou os nossos patrícios que estenderam grandes bandeiras norte-americanas durante as manifestações pelo 7 de Setembro, data magna da Pátria? Segundo a IA, “Loucura coletiva” refere-se à histeria em massa ou doença psicogenica de massa, um fenomeno sociopsicológico onde um grupo de pessoas desenvolve sintomas histéricos ou comportamentos estranhos sem causa orgânica aparente, impulsionados pela pressão e influência social.
O ministro da Casa Civil do Governo, Rui Costa, fez duras críticas à manifestação realizada na Avenida Paulista em apoio a Jair Bolsonaro (PL), marcada pelo uso da bandeira dos Estados Unidos durante o feriado de 7 de Setembro.
“O dia de ontem deixou claro para a população brasileira de que lado cada um de nós está. Nunca vi, na história da humanidade, políticos que, no dia da independência de um país, erguessem a bandeira de outra nação, justamente uma nação que adotou medidas para destruir empregos, empresas e a economia do Brasil. Nunca vi nada parecido”, disse Rui Costa.
Estes mesmos patrícios primeiro defenderam o golpe por forças militares, depois a reedição do AI-5. Durante a vigência deste édito, durante a ditadura militar de 1964, foram anuladas todas as garantias do cidadão.
O AI-5 (Ato Institucional n.º 5), promulgado em 13 de dezembro de 1968 pelo governo militar no Brasil, foi o instrumento mais autoritário da ditadura militar, caracterizado pela suspensão de direitos constitucionais, cassação de mandatos e mandados, e a suspensão do habeas corpus para crimes políticos.
A medida permitiu ao presidente legislar sobre qualquer matéria, intervir em estados e municípios, e deu ao regime militar instrumentos para a repressão política e o aprofundamento do autoritarismo, marcando o início dos “anos de chumbo”.
Defender que militares ataquem, atirem e prendam patrícios é uma espécie de loucura. A criação de campos de concentração, como chegou a ser proposto no final de 2022, outro desvio grave de conduta. Uso de tropas de pronto emprego do Exército, um detalhe sórdido. Defender que uma potência estrangeira faça isso, ainda mais grave.
Geralmente esses mais radicais são as primeiras vítimas do arbítrio. Mas nem para isso atentam esses idiotas.
Autor: jornaloexpresso
Carlos Alberto Reis Sampaio é diretor-editor do Jornal "O Expresso", quinzenário que circula no Oeste baiano, principalmente nos municípios de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e São Desidério. Tem 43 anos de jornalismo e foi redator e editor nos jornais Zero Hora, Folha da Manhã e Diário do Paraná, bem como repórter free-lancer de revistas da Editora Abril
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