Um amigo, que nem sei por onde anda, italiano de boa cepa, chamado Vissirini, me contava, há um par de décadas, que se mede o risco de negócios com migrantes pelo número de vezes que a letra I aparece no nome do incauto: com um I tem pouco perigo. Ancelotti, por exemplo. Bianchi, já é mais perigoso. Mas o mais perigoso era o próprio, onde aparecia a letra I por quatro vezes.
No entanto, sentenciava o gringo perigoso, nunca se meta a fazer negócios com um sobrenome italiano que acabe em O, como Vorcaro, Bolsonaro, Ferraro e Russo, este um dos mais populares na Itália. Com estes dizia, perdes dinheiro e talvez até a vida.
